Fernanda Maisonnave Travel Co. Te leva #6

Frida é pop e a gente ama. Mas, quando o assunto é entender a força da arte mexicana do século XX, são os muralistas que mudam tudo.

Diego Rivera, José Clemente Orozco e David Alfaro Siqueiros transformaram paredes em manifestos e fizeram do México uma referência mundial. Em escala monumental, com cores vibrantes e narrativas carregadas de história, política e identidade, eles tiraram a arte dos salões e colocaram o povo no centro da cena.

Camponeses, operários, indígenas, revoluções, conflitos e mitos ganham protagonismo em obras que até hoje impressionam pela força e pela beleza. Os murais ajudam a contar a história do país e a entender muito do que formou a identidade mexicana.

Na Cidade do México, essa arte não fica restrita aos museus. Ela ocupa escolas, palácios e edifícios públicos, fazendo parte da própria arquitetura da cidade. Visitar lugares como a Secretaría de Educación Pública, o Antiguo Colegio de San Ildefonso, o Palacio Nacional e o Palacio de Bellas Artes é quase entrar em um grande livro ilustrado sobre o México e sua revolução.

A capital mexicana é intensa, verde, generosa e cheia de surpresas. Tem uma energia que mistura história e contemporaneidade de um jeito muito natural. Ao mesmo tempo em que preserva tradições, está cheia de novos restaurantes, galerias, lojas, hotéis e projetos de arquitetura que dão à cidade um ar atual e cosmopolita.

A gastronomia é um capítulo à parte. Dá para sair de um taco de rua incrível e, poucas horas depois, sentar em um dos melhores restaurantes de fine dining da América Latina. E o mais interessante é que os dois lados convivem muito bem: a cozinha mexicana tem personalidade, memória e identidade em praticamente tudo.

Polanco é um dos bairros que melhor traduz esse lado sofisticado da cidade, com ruas arborizadas, praças, lojas, restaurantes e alguns dos principais museus da capital. Roma e Condesa têm uma atmosfera mais descontraída, com cafés, livrarias, galerias e casas antigas que deixam o passeio ainda mais gostoso.

E talvez esse seja o grande charme da Cidade do México: ela consegue ser monumental e acolhedora ao mesmo tempo. Tem prédios imponentes, museus maravilhosos, praças floridas, muita arte, uma gastronomia impressionante e pessoas que falam de suas raízes, histórias e lendas com orgulho.

É uma cidade que entrega muito, mas que também pede tempo para ser descoberta. A gente volta mais alegre da Cidade do México e principalmente, com vontade de voltar!

Fernanda Maisonnave, empresária e viajante profissional

Muralistas e a Cidade do México

Fernanda Maisonnave Travel Co. Te leva #6

Frida é pop e a gente ama. Mas, quando o assunto é entender a força da arte mexicana do século XX, são os muralistas que mudam tudo.

Diego Rivera, José Clemente Orozco e David Alfaro Siqueiros transformaram paredes em manifestos e fizeram do México uma referência mundial. Em escala monumental, com cores vibrantes e narrativas carregadas de história, política e identidade, eles tiraram a arte dos salões e colocaram o povo no centro da cena.

Camponeses, operários, indígenas, revoluções, conflitos e mitos ganham protagonismo em obras que até hoje impressionam pela força e pela beleza. Os murais ajudam a contar a história do país e a entender muito do que formou a identidade mexicana.

Na Cidade do México, essa arte não fica restrita aos museus. Ela ocupa escolas, palácios e edifícios públicos, fazendo parte da própria arquitetura da cidade. Visitar lugares como a Secretaría de Educación Pública, o Antiguo Colegio de San Ildefonso, o Palacio Nacional e o Palacio de Bellas Artes é quase entrar em um grande livro ilustrado sobre o México e sua revolução.

A capital mexicana é intensa, verde, generosa e cheia de surpresas. Tem uma energia que mistura história e contemporaneidade de um jeito muito natural. Ao mesmo tempo em que preserva tradições, está cheia de novos restaurantes, galerias, lojas, hotéis e projetos de arquitetura que dão à cidade um ar atual e cosmopolita.

A gastronomia é um capítulo à parte. Dá para sair de um taco de rua incrível e, poucas horas depois, sentar em um dos melhores restaurantes de fine dining da América Latina. E o mais interessante é que os dois lados convivem muito bem: a cozinha mexicana tem personalidade, memória e identidade em praticamente tudo.

Polanco é um dos bairros que melhor traduz esse lado sofisticado da cidade, com ruas arborizadas, praças, lojas, restaurantes e alguns dos principais museus da capital. Roma e Condesa têm uma atmosfera mais descontraída, com cafés, livrarias, galerias e casas antigas que deixam o passeio ainda mais gostoso.

E talvez esse seja o grande charme da Cidade do México: ela consegue ser monumental e acolhedora ao mesmo tempo. Tem prédios imponentes, museus maravilhosos, praças floridas, muita arte, uma gastronomia impressionante e pessoas que falam de suas raízes, histórias e lendas com orgulho.

É uma cidade que entrega muito, mas que também pede tempo para ser descoberta. A gente volta mais alegre da Cidade do México e principalmente, com vontade de voltar!

Fernanda Maisonnave, empresária e viajante profissional

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